Curso no Parque Ecológico de Vilas ensina a transformar lixo em adubo


Cascas de frutas e de ovos, verduras, frutos do mar, restos de comida e guardanapos compõem a base para a preparação da compostagem. O processo de biodegradação controlada da matéria orgânica foi tema do curso "A arte de transformar lixo em adubo", ministrado pelos biólogos da empresa Sal da Terra (ST), de sexta a domingo (11), no Parque Ecológico (PE) de Vilas do Atlântico em Lauro de Freitas.                        

A iniciativa da Secretaria de Meio Ambiente, Saneamento e Recursos Hídricos (Semarh), faz parte das ações em comemoração a reabertura do Parque, no início desta semana. De acordo com o secretário Alexandre Marques, a proposta da Semarh é incluir na programação do parque outros cursos práticos que contribuam para a preservação do meio ambiente.

           
De acordo com a bióloga e educadora ambiental da ST, Gabriela Tavares cada pessoa produz em média 1,0 kg de lixo dos quais 70% são orgânicos. Além de aprender o processo doméstico de adubação, os alunos também conheceram a situação atual sobre a destinação inadequada dos resíduos e como a compostagem pode minimizar o processo de poluição. 

                       
Classificados em orgânico, recicláveis, secos, rejeitos, e resíduos perigosos, o lixo produzido com restos de alimentos é a base para o composto. O processo biológico é formado por microorganismos que transformam a matéria orgânica num material semelhante ao solo e que pode ser utilizado como adubo. 
Atenta a explanação, a advogada Luisa Vieira disse que vai colocar em prática o que aprendeu durante o curso. "Tenho muitas plantas e sempre comprava adubo. Essa será uma solução econômica para mim e eficiente para o meio ambiente", destacou.                        
Durante as aulas, os participantes aprenderam sobre a importância das minhocas no processo, a utilização do percolado ou chorume como biofertilizante líquido e inibidor das ações de pragas, além dos diferentes tipos de técnicas para a construção das composteiras domésticas. "Abordamos também o estímulo ao pensamento crítico quanto à consciência em relação ao consumo e a destinação das sobras", completa Gabriela.                        
O curso, oferecido gratuitamente pela Semarh na sede do PE, foi encerrado neste domingo (11). Os alunos receberam certificado de conclusão e participaram da construção da composteira do Parque. O material coletado a partir dela servirá de adubo para as plantas do local.
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