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COLIGAÇÃO PRA BAHIA MUDAR MAIS

quinta-feira, 2 de outubro de 2014

ASSISTA AO VÍDEO DO FINAL DA CAMPANHA DE RUI COSTA, MUITO BOM!



Chegamos ao fim da campanha com muita confiança, muita alegria e muita vontade de fazer mais pela Bahia! Confira nosso último programa de TV e vamos juntos, construir a Bahia do futuro dos baianos!

‪#‎VoteRui13‬

CLÍCK SOBRE A ÁREA DO VÍDEO:




"FALTA DE RESPEITO, FAVELADO NÃO ROUBA FAVELADO", DISPARA IGOR KANNÁRIO APÓS SER ROUBADO



O final da manhã da última terça-feira (30) foi tensa para o cantor Igor Kannário. O artista estava sendo tatuado quando Sérgio Lucas da Hora Cheto Queiroz e Arian Alves de Freitas invadiram o estúdio Esquerda Tatoo, no bairro do Bonfim, em Salvador, e assaltaram o cantor.

"Estou tranquilo. A minha ideia é que eles mexeram com a pessoa errada. Eles foram a mim, me reconheceram. Eles sabiam com quem estavam mexendo", disse Igor ao jornal Massa.

O artista contou ainda que antes de ser roubado olhou nos olhos de um dos bandidos e perguntou: "é isso mesmo, parceiro, que você está fazendo? Ele disse que sim e me roubou".

O cantor comentou também que os bandidos o desrespeitaram. "Foi uma falta de respeito. Não gostei. Eu represento as favelas, as quebradas. Favelado não rouba favelado", dispara.

Horas após o crime os bandidos foram presos por policiais da 17º CIPM. Eles foram autuados por roubo e não tinham passagem pela polícia.

CARTAZ QUE ANUNCIAVA CASAMENTO COLETIVO ACEITANDO HOMOSSEXUAIS CAUSA REAÇÃO DE VEREADORES FUNDAMENTALISTAS RELIGIOSOS EM CURITIBA


Vereadores fundamentalistas religiosos em Curitiba estão envergonhando a cidade nacional e internacionalmente.

A Prefeitura de Curitiba publicou a imagem acima para divulgar e apoiar um casamento coletivo que aceitará casais homossexuais, que ocorrerá em dezembro na Arena da Baixada do Clube Atlético Parananese, direcionado a casais com renda de até três salários mínimos por pessoa. O evento é organizado pela Prefeitura de Curitiba, Poder Judiciário, Sistema Fecomércio (Sesc e Senac), Cartórios de Registro Civil e o Clube Atlético Paranaense para casais de toda a Região Metropolitana.

Logo depois a bancada fundamentalista religiosa na Câmara Municipal de Curitiba, que se diz representar os evangélicos, criticou a divulgação da Prefeitura, por meio dos vereadores Carla Pimentel (PSC), Ailton Araújo (PSC), Noemia Rocha (PMDB), Valdemir Soares (PRB), Chico do Uberaba (PMN), Tiago Gevert (PSC) e Jorge Bernardi (PDT).

Carla é a mesma criatura que queria conceder um título de cidadão honorário de Curitiba ao desqualificado e oportunista Pastor Silas Malafaia.

Os vereadores Jonny Stica (PT), Professora Josete (PT) e Pedro Paulo (PT) se manifestaram contrários ao posicionamento dos vereadores conservadores-fundamentalistas e criticaram o cunho religioso da discussão. Josete é candidata a deputada estadual com o número 13613.

Com a pressão da bancada fundamentalista religiosa a Prefeitura de Curitiba retirou a publicação.

Após a indignação de vários curitibanos, a Prefeitura de Curitiba republicou a imagem com a mensagem “Desculpa. A Prefs é uma equipe, formada por gente. Às vezes a gente acerta, às vezes erra. Nós erramos, e pedimos desculpas”.

A presidenta da comissão de diversidade sexual da OAB-PR, Ana Carla Matos, entende que a ação da Prefeitura não é ilegal, pelo contrário, respeita o princípio constitucional da igualdade.

CERCA DE 500 PESSOAS, GRUPOS, BANDAS E CANTORES PARTICIPAM DE EVENTO EM APOIO A DILMA E RUI COSTA

Em evento que reuniu cerca de 500 pessoas, grupos, bandas e cantores subiram ao palco, marcando, cada um ao seu modo, posição em torno das candidaturas petistas de Dilma Rouseff e Rui Costa.

O Teatro Vila Velha, em Salvador, palco de longa tradição de resistência e de debates políticos e culturais abrigou, na noite da última terça-feira (30/09/2014), um evento dos mais especiais: com uma discussão sobre políticas culturais, um numeroso grupo de artistas, agentes de cultura e intelectuais deu seu apoio às candidaturas de Rui Costa para governador e de Dilma Rousseff à reeleição para presidente, num evento que reuniu cerca de 500 pessoas. Nesta reta final da campanha, a candidatura de Rui já recebeu o reforço do apoio de importantes segmentos, a exemplo de entidades que defendem o direito à moradia, da maioria dos grupos do movimento negro, de importantes setores ligados à saúde, à Educação e, agora, do setor cultural.

O ex-ministro da Cultura, Juca Ferreira, um dos oradores da noite, falou sobre os avanços da área durante os governos Lula e Dilma, relacionando itens como a inclusão dos pólos culturais indígenas e dos quilombolas como um exemplo da mudança que se registrou na própria forma de tratar o segmento, com uma visão mais ampla e democrática. Em relação à Bahia, vários oradores destacaram o fato de o Estado ter se tornado, durante o governo Wagner, uma referência no processo de organização da cultura, que passou a ser tratada também do ponto de vista antropológico e social, não somente da manifestação artística e do patrimônio.

Durante o evento, além dos vários oradores que defenderam o posicionamento político do setor na defesa das candidaturas de Rui e de Dilma, também houve intervenções da plateia e a apresentação de grupos e cantores. Um dos momentos mais marcantes foi quando um grupo de jovens negros, formados na oficina do Bando de Teatro Olodum, subiu ao palco para fazer uma apresentação em defesa de uma política de financiamento da cultura negra. Também estiveram presentes, entre outros, Edmilson Souza, secretário nacional de Cultura do PT, Albino Rubim, secretário de Cultura do Estado e ex-presidente do Conselho de Cultura, parlamentares e candidatos que são vinculados ao setor cultural.

VOTO E PEÇO VOTO EM DILMA

Por Paulo Moreira Leite, em seu blog:

Minha razão para votar em Dilma tem origem na convicção fundamental de que o dever principal do Estado e dos governantes é defender os humildes e os desprotegidos, os que não tiveram oportunidade.

Também se baseia nas melhores estatísticas, que podem ser lembradas sempre que necessário, e ajudam a entender quem fez o quê, quando, para quem.

Estou falando da distribuição de renda, para lembrar que queremos viver num Brasil de cidadãos iguais, homens e mulheres. Acredito que é preciso manter a prioridade no emprego e no salário, no mercado interno, porque sabemos que só progresso no bem-estar da população de baixo gera melhoras reais para o conjunto da sociedade.

Não tenho religião mas tenho uma fé política: creio que numa democracia todos os poderes emanam do povo. Não imagino um país de cabeça baixa, refúgio de escravos tristes e senhores de sorriso amarelo pelo excesso de esperteza.

Não acredito em contos de fada nem admiro heróis de álbum de figurinha.

Não creio num futuro de privilégios nem de favores. A hierarquia não eleva. A inferioridade incomoda.

Só a luta pela igualdade é ética.

Penso em Dilma quando tentam nos assustar com o medo ridículo de mais uma queda na Bolsa, querendo ligar o destino do país ao enriquecimento de tubarões de um cassino pobre e podre, habituados a embolsar seus lucros e transferir suas desgraças para a maioria da população.

Penso em Dilma quando vejo um candidato aparecer na TV sem conseguir - apesar de muito treinamento - disfarçar sua conversa vazia. Nada consegue dizer porque muito tem a esconder.

Penso nela quando até um ator de Hollywood, envergonhado, sentiu-se no dever de informar que fez papel de bobo e retira o apoio a uma concorrente.

Os analistas de gabinete estão atônitos, os economistas de encomenda e os consultores milionários fogem de clientes inconformados. Faltam poucos dias para o povo ir às urnas e tudo que imaginaram, prometeram, deu errado. Mentiram, apenas mentiram, mentiram de novo.

Apesar do massacre cotidiano, das cortinas de fumaça, das trapaças, das demonstrações de má fé, milhões de brasileiros foram capazes de compreender aonde estão seus interesses, distinguir quem zela por suas necessidades e tem disposição de lutar por elas. Não é de hoje que aprenderam o que é classe social.

Por vários caminhos, com as idéias mais exóticas, incongruentes na origem mas idênticas na finalidade, formou-se uma grande aliança para tentar fazer a roda da história andar para trás. Deu errado.

Dilma só é chamada de agressiva, e suas críticas são chamadas de ataques, porque é assim que acontece com quem desafia o coro das ideias dominantes.

Nunca os mais pobres conseguiram vencer tantos enganos, tantas ilusões.

Nunca tiveram a mesma oportunidade de arrumar o país para ficar um pouco do seu jeito, onde possam fazer valer sua vontade e serem tratados com dignidade.

Nunca foi tão necessário derrotar o preconceito, a ideologia nefasta dos senhores de sempre, o pensamento conservador do eterno obscurantismo — marcas daquilo que muitos anos atrás nosso maior poeta do século XX chamou de mundo caduco.

Em meio a tanta dificuldade, tanta injustiça, tanta mudança a ser feita, vivemos num país onde 94% dos favelados dizem que estão felizes com a vida que levam.

Por isso, voto e peço voto em Dilma.