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quarta-feira, 30 de novembro de 2011

Conta de Energia cobrada pela COELBA é um assalto!

Conta de Energia cobrada pela
COELBA é um assalto!

O aumento de 100% acima da inflação nos últimos 16 anos e a enorme discrepância entre o preço da energia no Brasil em relação a outros países não é mera coincidência, aponta a ONG Ilumina. De acordo com o grupo, o modelo neoliberal implantado por Fernando Henrique Cardoso no setor energético em 1995 é o responsável pela diferença. O assunto será tema de debate no Clube de Engenharia do Rio de Janeiro na próxima quinta-feira (01/12). 

Comparação

Quando comparado com países europeus e os Estados Unidos, o custo da energia no Brasil já é 50% maior: R$ 215 por cada MW/h na média internacional contra R$ 329 em solo tupiniquim. Comparada a outros Brics, a energia brasileira é 134% mais cara.

A tarifa média de energia elétrica para a indústria da Bahia é de R$ 365,20 por megawatt/hora (MWh), o que representa 11% a mais do que a média brasileira , de R$ 329 MWh. É também superior em 69% à média de R$ 215,50 em um conjunto de 27 países do mundo que possuem dados disponíveis na Agência Internacional de Energia.


A diferença chega a 160% quando se comparar a Bahia com países dos Brics (Rússia, Índia e China), que pagam em média R$ 140,70. Se a comparação for com a média dos países vizinhos (R$ 197,50), novamente a Bahia é bem mais cara - em 85%. As conclusões são do estudo Quanto Custa a Energia Elétrica para a Indústria no Brasil?, realizado pela Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro (Firjan). Em termos de Brasil, o levantamento atesta que a indústria brasileira paga a quarta conta de energia mais cara do mundo, o que afeta a sua competitividade. A tarifa de consumo industrial, de R$ 329 por MWh na média nacional, fica atrás apenas de Itália, Turquia e República Tcheca. O preço brasileiro é 53% superior à média mundial. Considerando a média dos Brics [R$ 140,70 o MWh], a tarifa brasileira é 134% maior. A indústria nacional também paga 131% a mais do que a média de seus principais parceiros comerciais [EUA, Argentina, China e Alemanha], de R$ 142,20 o MWh. “Sob qualquer ótica, estamos muito acima do razoável”, afirma Cristiano Prado, gerente de competitividade e investimentos da Firjan.

O trabalho reforça o alto peso de encargos e impostos sobre o custo total das indústrias, que representam 48,6% da tarifa. Mas os custos de geração, transmissão e distribuição, o chamado GTD, também têm forte influência no total. Segundo o estudo, só o custo de GTD no Brasil, de R$ 165,50 por MWh, supera a tarifa de competidores como a China e Argentina, apesar da vantagem hídrica brasileira.

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