COM UMA TESE EXDRÚXULA, LÉO PINHEIRO MUDA DEPOIMENTO E MENTE AO JUIZ SÉRGIO MORO EM VERSÃO ACORDADA COM O MPF NA TENTATIVA DE INCRIMINAR LULA, MAS DOCUMENTOS DA OAS COMPROVAM QUE TRIPLEX NÃO É DO EX-PRESIDENTE

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Na quinta-feira (20), Sérgio Moro tomou o depoimento de José Aldemário (Léo) Pinheiro, ex-sócio da OAS onde ele fantasia uma história acordada com o MPF procurando incriminar Lula.

Na tentativa anterior de negociar uma delação premiada, Pinheiro teve o acordo recusado porque não incriminou Lula.

Nesta última chance de “regenerar-se” diante de seu algoz, tal como aconteceu com Marcelo Odebrecht, ele disse o que lhe pediram para dizer.

As delações são, como se percebe, não premiadas, mas teleguiadas.

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"Léo Pinheiro no lugar de se defender em seu interrogatório, na 13ª Vara Federal Criminal de Curitiba, contou uma versão acordada com o MPF como pressuposto para aceitação de uma delação premiada que poderá tirá-lo da prisão. Ele foi claramente incumbido de criar uma narrativa que sustentasse ser Lula o proprietário do chamado triplex do Guarujá. É a palavra dele contra o depoimento de 73 testemunhas, inclusive funcionários da OAS, negando ser Lula o dono do imóvel.

A versão fabricada de Pinheiro foi a ponto de criar um diálogo - não presenciado por ninguém - no qual Lula teria dado a fantasiosa e absurda orientação de destruição de provas sobre contribuições de campanha, tema que o próprio depoente reconheceu não ser objeto das conversas que mantinha com o ex-Presidente. É uma tese esdrúxula que já foi veiculada até em um e-mail falso encaminhado ao Instituto Lula que, a despeito de ter sido apresentada ao Juízo, não mereceu nenhuma providência.

A afirmação de que o triplex do Guarujá pertenceria a Lula é também incompatível com documentos da empresa, alguns deles assinados por Léo Pinheiro. Em 3/11/2009, houve emissão de debêntures pela OAS, dando em garantia o empreendimento Solaris, incluindo a fração ideal da unidade 164A. Outras operações financeiras foram realizadas dando em garantia essa mesma unidade. Em 2013, o próprio Léo Pinheiro assinou documento para essa finalidade. O que disse o depoente é incompatível com relatórios feitos por diversas empresas de auditoria e com documentos anexados ao processo de recuperação judicial da OAS, que indicam o apartamento como ativo da empresa.

Léo Pinheiro negou ter entregue as chaves do apartamento a Lula ou aos seus familiares. Também reconheceu que o imóvel jamais foi usado pelo ex-Presidente.

Perguntado sobre diversos aspectos dos 3 contratos que foram firmados entre a OAS e a Petrobras e que teriam relação com a suposta entrega do apartamento a Lula, Pinheiro não soube responder. Deixou claro estar ali narrando uma história pré-definida com o MPF e incompatível com a verdade dos fatos.

Cristiano Zanin Martins"

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