BRF PROPIETÁRIA DAS MARCAS SADIA E PERDIGÃO DIZ QUE A POLÍCIA FEDERAL NÃO PRECISA GERAR ALARME DESNECESSÁRIO NA POPULAÇÃO

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A BRF, dona das marcas Sadia e Perdigão divulgou neste sábado (18) uma nota contestando a presença de papelão e da bactéria Salmonella em seus produtos, que foi atestado pela Operação Carne Fraca da Polícia Federal. A empresa argumentou que houve um equívoco na interpretação do áudio. De acordo com a BRF, o papelão que o funcionário menciona no áudio é da embalagem do produto, e não de seu conteúdo. Sobre a presença de Salmonella na carne, a empresa afirmou que “existem cerca de 2.600 tipos da bactéria comum em produtos alimentícios de origem animal ou vegetal, e complementa que todos os tipos são facilmente eliminados com o cozimento adequado dos alimentos”. Sobre o envio de carnes contaminadas por Salmonella para a Itália, a empresa argumentou que o controle realizado pela União Europeia não tolera dois tipos de Salmonella: SE e ST e que o tipo de Salmonella encontrado em alguns lotes foi o Salmonella Saint Paul, que é tolerado pela legislação. A empresa ainda se manifestou apoiando a fiscalização do setor e ao direito da informação da sociedade “com base em fatos, sem generalizações que podem prejudicar a reputação de empresas idôneas e gerar alarme desnecessário na população”.
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